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Porque a noite de ontem foi uma das melhores dos útlimos tempos. Porque os Queen têm outras letras e outras músicas e o Freddie tem espectáculos melhores (o clip de ontem foi o melhor exemplo que encontrei), mas por estes dias, esta canção é a que tem feito sentido. Porque sim. Porque sempre. Graças a Deus porque sempre.

Só mais este! Só mais este! Tri Yann em Bercy, fenomenal!

C’est dans dix ans je m’en irai
J’entends le loup et le renard chanter
C’est dans dix ans je m’en irai
J’entends le loup et le renard chanter

J’entends le loup, le renard et la belette
J’entends le loup et le renard chanter
J’entends le loup, le renard et la belette
J’entends le loup et le renard chanter

C’est dans neuf ans je m’en irai
La jument de Michao a passé dans le pré,
La jument de Michao et son petit poulain
a passé dans le pré, a mangé tout le foin

La jument de Michao et son petit poulain
a passé dans le pré, a mangé tout le foin

L’hiver viendra, les gars, l’hiver viendra
La jument de Michao, elle s’en repentira
L’hiver viendra, les gars, l’hiver viendra
La jument de Michao, elle s’en repentira

C’est dans huit ans…

Tiens bon la vague tiens bon le vent.
Hisse et ho, Santiano !
Si Dieu veut toujours droit devant,
Nous irons jusqu’à San Francisco!

I don’t think you know what I feel
I don’t think you know what I fear
You don’t know what I fear

Non ! Rien de rien
Non ! Je ne regrette rien
Ni le bien qu’on m’a fait
Ni le mal tout ça m’est bien égal !

Non ! Rien de rien
Non ! Je ne regrette rien
C’est payé, balayé, oublié
Je me fous du passé !

Avec mes souvenirs
J’ai allumé le feu
Mes chagrins, mes plaisirs
Je n’ai plus besoin d’eux !

Balayées les amours
Et tous leurs trémolos
Balayés pour toujours
Je repars à zéro

Non ! Rien de rien
Non ! Je ne regrette rien
Ni le bien, qu’on m’a fait
Ni le mal, tout ça m’est bien égal !

Non ! Rien de rien
Non ! Je ne regrette rien
Car ma vie, car mes joies
Aujourd’hui, ça commence avec toi !

Ensinaram-me a gostar de Elvis Costello. É daquelas prendas para a vida com gosto a curso paciente de cana de pesca.

813 aa lp

Apaixonei-me por esta canção em vinil há muitos muitos anos. Perdi-a de vista porque por vezes é assim a vida. Mas as “novas” tecnologias trouxeram-me Lorelei de novo e uma forma renovada: o filme é arrepiante. Lindo e arrepiante.

Obrigada, Joe ;)

You told me tales of love and glory
Same old sad songs, same old story
The sirens sing no lullaby
And no-one knows but Lorelei

By castles out of fairytales
Timbers shivered where once there sailed
The lovesick men who caught her eye
And no-one knew but Lorelei

River, river have mercy
Take me down to the sea
For if I perish on these rocks
My love no more Ill see

I’ve thought of you in far-off places
I’ve puzzled over lipstick traces
So help me God, I will not cry
And then I think of Lorelei

I travel far and wander wide
No photograph of you beside me
Ol’man rivers’ not so shy
And he remembers Lorelei

River, river have mercy
Take me down to the sea
For if I perish on these rocks
My love no more I’ll see

If I should float upon this stream
And see you in my madman’s dream
I’d sink into your troubled eyes
And none would know ‘cept Lorelei

River, river have mercy
Take me down to the sea
For if I perish on these rocks
My love no more I’ll see

But if my ship, which sails tomorrow
Should crash against these rocks,
My sorrows I will drown before I die
It’s you I’ll see, not Lorelei

(The Pogues)

Isto uma pessoa às vezes tem a distinta sensação de estar a redescobrir a pólvora, mas que se lixe, porque sabe bem. Nos últimos dias tem sido o regresso a uma antologia de Johnny Clegg.

We are on the road to Phelamanga
Beneath a copper sky

I’m searching for the spirit of the Great Heart
That beats my name inside

I’m sittin’ on the top of Kilimanjaro
I can see a new tomorrow

Asimbonanga
Asimbonang’ uMandela thina
(We have not seen him/ We have not seen Mandela)

Amaia deixa saudades, claro, sempre, mas Leire porta-se muito bem. Muito bem mesmo. Falta-me ouvir mais vezes, e mais e mais, para compreender bem as letras (o meu espanhol está longe do Europass C2…) mas para já…

…para já dá para não conseguir ouvir o Jueves (11 de Marzo) uma segunda vez… tão bonito, tão simples, tão triste… “faltam muitas vidas“…

Hoje há sarau da pitorra. Estou curiosa quanto à música-banda-sonora do esquema dela. Da última vez que tive a oportunidade de a ir ver, fiquei deliciada: uma canção divertidíssima da Ilona Mitrecey.

De regresso aos Miranda!

A letra da canção naquele video fantástico que destaquei no outro dia desenterra o velho dilema: quando as letras de uma canção são noutra língua, com o significado de impacto menos imediato, como avaliar a sério a qualidade de uma canção? A melodia atinge-nos de outra forma, mais forte, suplantando a letra. A canção é outra do que seria se fosse em português. Vaca fria: até que ponto gosto de música espanhola, francesa, inglesa que em português afastaria imediatamente por causa do carimbo “pimba”?

Senti isso com um dos primeiros albuns do Alejandro Sanz. Adorei o MTV Unplugged, adorei o El Tren De Los Momentos, mas as primeiras coisas? Pimba. Será porque parece levar-se demasiado a sério? Será que o assumido “melodramático” dos Miranda! desculpa tudo? E se o Quim Barreiros fizesse um best of com um remix de um qualquer DJ da berra (mas dos bons, não só na berra porque sim)?

Não sei ao certo onde começou este meu revivalismo dos pop dos anos 80, se foi com o reeditar das Doce, se foi com o Music And Lyrics – sei que não foi com o regresso das cores fortes e acessórios grandes de plástico nas montras da Pinkie e Bershka e que tais. Sei que os Miranda! me caíram no goto quase à primeira nota.

As letras serão pimba? Nem Gordon Summer, nem Leonard Cohen, talvez um pino acima das mais básicas dos The Beatles (She loves me, yeah, yeah, yeah). Ainda as estou a descobrir. Talvez este Prisionero não seja o melhor exemplo (a Wiki destaca os excessos do El Profe), mas o que é certo é que… se no futuro me perceber prisioneira de um erro de carimbos e preconceitos, mais depressa vou experimentar descobrir o Toni Carreiras do que vou deixar de ouvir estes gajos ;)

Compréndeme, ahora que todo cambió
me arrepentí y es verdad que terminó
pero yo se, que en el fondo te amaré
entonces no pienses mal, no pienses mal de mí

Los celos que opacaron tu ilusión
no dejan ver lo escencial entre los dos
estoy aquí y te juro se acabó
entonces olvídalo, perdóname y pasó

Es que soy prisionero de un error
un tonto arrepentido que por hoy
ha preferido invocar al olvido
y suplicar de rodillas perdón

Esa historia es pasado, ya fué
pero nos ha marcado, lo sé
da por seguro, mi amor, te lo juro
nadie va a amarte como yo lo haré

Estuve mal, se que lloraste por mí
me apabullé y cobarde te mentí
quiero aliviar esta cruz que me cargué
al menos no pienses mal, solo me equivoqué

Es que soy prisionero de un error
un tonto arrepentido que por hoy
ha preferido invocar al olvido
y suplicar de rodillas perdón

Esa historia es pasado, ya fué
pero nos ha marcado,lo sé
da por seguro, mi amor, te lo juro
nadie va a amarte como yo lo haré

Es que prisionero de un error
un tonto arrepentido que por hoy
a preferido invocar al olvido
y suplicarte perdón

Esa historia es pasado, ya fué
pero nos ha marcado, lo sé
da por seguro, mi amor, te lo juro
nadie va a amarte como yo lo haré

Da por seguro, mi amor, te lo juro
nadie va a amarte como yo lo haré

YouTube – Miranda – Prisionero

Uma trip, este video. Lembra Dalida na voz e ritmo, e as locuras criativas de Adam Ant e outros malucos da altura. Uma trip. Fantástico.

(o grupo na wiki)

Neste preciso momento:

Coldplay, Viva La Vida – por causa de uma foto dum concerto no Canadá (o video é da Holanda).

No passado recente:

Vanessa da Mata, uma voz que me chamou a atenção no leitor de cds no carro do meu irmão;

Rita Redshoes, idem aspas aspas, só com a diferença que o carro era de uma amiga;

um regresso às sonoridades sufi, por duas razões: recomendado num blog; e uma amiga encantada com o Faiz Ali Faiz no Festival de Sines.

Vontade de redescobrir o rock português da minha infância:

por causa dos Trabalhadores do Comércio no anúncio do Montepio (pouco a ver com ainda menos, sei, mas é assim a partilha à distância do lençol infanto-cultural);

e uma chamada de atenção para a segunda fornada da colecção “Dos Tempos Do Vinil”

Sem saber o que escolher entre os dois meses consecutivos de música no meu iTunes, decido-me a rippar os meus CDs da Alanis para o disco externo. Dos poucos artistas que me merecem a discografia completa em CD e que assim se perderam entre o “tijolo” avariado e as limitações de espaço do disco do computador. Era mesmo para isto que eu queria o disco externo.

Hoje vai ser um dia Alanis :)

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"É proibida a entrada a quem não estiver espantado de existir."

José Gomes Ferreira

Serenity Prayer

God grant me
The serenity to accept
the things I cannot change;
Courage to change
the things I can;
And wisdom
to know the difference.

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