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Não sei, mas parece-me que algo vai mal neste mundo quando as noivas e os noivos são “abundantes” mas os convites e as bodas são “limitados”…

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(Jogo Scavenger Hunt, no Facebook, Season 17: Weddings)

CLINIQUE: Os Pincéis de Maquilhagem Clinique

Os pincéis de maquilhagem Clinique são elegantes, profissionais e o instrumento ideal para aplicar os seus produtos de maquilhagem preferidos. Todos os oito pincéis que compõem a colecção foram concebidos para proporcionarem uma performance, precisão e controlo excepcionais. Feitos à mão, são compostos por cerdas naturais e sintéticas da mais alta qualidade, para que possa maquilhar-se como uma verdadeira profissional.

Mas porquê, irra!, porque é que eu continuo a massacrar-me, masoquista dum raio, a seguir estes blogs??? Até com uns “simples” pincéis me babo! Irra!

O que me vale é pensar que mesmo com os pincéis não conseguia maquilhar-me “como uma verdadeira profissional”. Faltam-me as técnicas.

(que, irra!, com um cachachinho de pesquisa, até era capaz de encontrar no próprio do blog… isto é uma desgraça…)

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Que bom, mas que bom o “conchego” da prosa queirosiana. Uma pessoa nem se apercebe, perdida entre as páginas traduzidas ou em V.O. (inglês, francês, um pouco de espanhol…) e os repentes linguísticos digitais (sim, também sou culpada de publicar na web tudo e mais alguma coisa), uma pessoa nem se apercebe das saudades da nossa língua pensada e reflectida e corrigida duas três dez vezes, acariciada letra a letra, amada palavra a palavra.

Deixar-se envolver pela escrita do Eça é como que deixar-se cair num leito entre as almofadas mais fofinhas que o corpo não consegue imaginar. Cita-se pelo conteúdo, pela actualidade, pelas boutades mordazes, mas a forma… O tempo pára, os neurónios aconchegam-se… Uma pessoa até parece que respira melhor, ao seguir a cadência dos grafemas no papel, dos fonemas na nossa voz interior.

E é bom, tão bom, ter estes livros que nos duram uma vida, que relemos vezes sem conta e é sempre um gosto de primeira vez.

Podem dizer-me “e Zola, já leste Zola, que maravilha, o Eça não é ninguém ao lado do Zola”. Ide conhecer-vos, no sentido bíblico, e deixem-me aqui que estou tão bem e não faço mal a ninguém.

Lembro-me tão bem da primeira vez que te chamei “meu querido”. As palavras vieram distraídas do coração e quando o cérebro se apercebeu, engasgou-me a voz e deu umas voltas ao tom. Abri muito os olhos, sabia que o nosso nós não se fazia dessas ternuras, fiquei apertadinha à espera da resposta. Fizeste olhos de paternalista, colocaste a voz num tom grave de homem maduro, respondeste naturalmente à minha pergunta, acabaste com um “minha querida” quase silabado, a dar o toque, a lembrar as regras.

Hoje és tu quem enche a boca com os “minha querida” e enches as palavras com o coração, sei-o. São muitos anos. A paixão já se foi, porque sim, porque assim foi, o amor solidificou-se, puro, já não somos homem e mulher, somos pessoas.

O nosso nós não se faz destas ternuras, porque sim, porque temos um conjunto tramado de aspectos de Saturno se quiseres, nem sei como o explicar. Sei que crescemos, distantes, mas agora estamos aqui. E este aqui… não tem nada de assustador. Não, não tem.

Meu querido, não consigo dizer-to, por isso grito-o aqui deste telhado virtual. Venha quem vier, tens um canto teu, só teu, todo teu, para sempre, no meu coração. Apenas porque sim.

E, meu querido, não te peço nada. Descobri contigo ao fim de onze anos que é isto o amor: estar ao teu lado a olhar para a frente e não precisar de olhar para saber que estás também tu ao meu lado, sem que to peça. Apenas estamos, meu querido, mon doux, mon tendre, mon merveilleux amour.

Ai tanta discussão, tanto drama sobre os TOS do Facebook que por aí andou. Mas, allez, o que é a Internet sem drama?

Muitas opiniões, de referência e de ocasião, muito novato, muito expert, demasiadas para fazer um top três, cinco, dez; gostei desta comparação que a Amanda French fez dos TOS de uma série de sites, FB, Twitter, MySpace, Yahoo (Flickr), Google (Picasa)…

Existe uma lei na Internet que está acima de tudo, independentemente de gostos e vontades: quando se publica algo, perde-se o direito à privacidade (coisa lapaliceana de publicidade ser o oposto de privacidade). Seja num site gratuito (como o FB), seja num site a pagar. Ainda existe muita confusão sobre direitos de autor, sobre conflitos entre leis de países diferentes, por muito que se queira dizer “em tribunal tal e tal é que conta”. Para se chegar a decisões finais em tribunal, gasta-se muito dinheiro e muito tempo. E se nos Estados Unidos se enche a boca com as lawsuits, noutros lados as coisas não funcionam bem assim.

Não existe protecção na Internet. Existe bom senso e confiança. Os TOS polémicos do FB pecaram por falta de bom senso – que foram mal aconselhados pelos advogados, que um estagiário se esqueceu de copiar um parágrafo, que alguém teve uma “branca”, que não souberam explicar ao que iam… O que conta é que os utilizadores levantaram a voz, foram ouvidos e as coisas estão a ser alteradas. Para mim, neste momento existe confiança nos gajos que estão à frente do Facebook. Meteram a pata na poça, mas para mim foi apenas isso. Pata na poça. Agora é tirá-la e sacudir a água o melhor que se puder.

Acho que o maior problema nisto tudo é que muita da malta que está no FB não conhece a Internet. Não sabe o que é uma mãe pôr fotos dos filhos num site ou blog para os amigos e família poderem desfazer-se em elogios e vir mais tarde a descobrir que alguém usou essas mesmíssimas fotos para criar uma vida virtual e dizer que aqueles filhos são deles (e isto num exemplo muito inocente). Não sabe o que é um pseudo-escritor publicar uma prosa ou um poema e vir mais tarde a descobrir que esse mesmíssimo texto foi “apropriado” por outra pessoa, publicado noutro lado como se fosse da autoria dessa outra pessoa. Não compreende como funcionam as cópias de segurança de um site, seja ele qual for. Nunca pensou no que é a cache do Google.

E isto sem querer ofender ninguém, porque ignorância para mim não é sinónimo de estupidez. E acho óptimo que o FB tenha trazido para a Internet muita gente que de outro modo acharia tudo isto muito complicado.

Sim, que seja o próprio site a dizer “agora somos nós os proprietários deste material, mesmo depois de você o apagar do nosso site”, isso é grave. Grave e inadmissível e nunca poderia sobreviver depois de ter sido tornado público e de ter sido levantada a polémica (por muito que entretanto alguns tenham dito que exageraram um cachachinho nas acusações). É preciso alguma confiança a longo termo.

Apagar o perfil do FB? Para quê? Mais tarde ou mais cedo vai tudo ao lugar. Pior, quando se levantou a lebre, já os TOS tinham dez dias e qualquer conteúdo apagado depois da data de entrada em vigor dos TOS já estava guardado nas cópias de segurança e nós não podíamos fazer nada. A única coisa a fazer era BARULHO, o que foi feito, e esperar que o FB se retractasse, o que está em curso.

Eu não tenho medo que o FB diga que é proprietário das minhas fotos e bitates. Aquilo que me irrita, e tento proteger-me na medida do possível, é que malta estúpida a coberto de algum anonimato me chateie por causa das minhas opiniões mais banais e me faça perder tempo a ler caracteres aleatórios quando podia estar a fazer outra coisa. Aquilo de que tenho medo é que algum psicopata leve as ameaças do costume longe de mais. Mas tudo isso é o pão nosso de cada dia na Internet.

E é isso que é preciso perceber.

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O Facebook tem destas coisas. Tanto dá para saber por onde andam velhos amigos/ vizinhos/ ex-paixões, como para gozar a criatividade de muita gente. A minha aplicação favorita, há quase um ano, é o Hatchlings.

Hatchlings foi criada por um marmanjo que não sabia muito bem onde se estava a meter quando achou piada pôr a malta a procurar ovos de Páscoa. A coisa teve tanto sucesso que sobreviveu à Páscoa de 2008 e por esta altura já o Brad (Dwyer, mas a gente trata-o simplesmente por Brad) fala em dez mil dólares gastos em custos de servidores… O que para um estudante universitário… é obra. Mas não tenhamos muita pena dele, que já conseguiu maneira de pôr a malta a dar-lhe algum dinheiro para ajudar a “causa”.

Adicionamos a aplicação, ganhamos um cesto, mais um espaço com relva onde ou há um ovinho ou não. Se houver ovinho, clicamos, caçamos, juntamos o ovinho ao nosso cesto, podemos incubar ou não. E isto no nosso relvado, nos dos amigos, nos da malta da nossa rede, e por aí em diante. Existem os ovinhos normais e os ovinhos de edição limitada (só destes, já são 111).

Só os ovinhos, por si, têm um visual engraçado. E depois é a surpresa dos pets que eclodem: um caracol com as cores do arco-íris, um gato camuflado, uma ovelha com flores, um polvo verde, um unicórnio com riscas em cores pastel, um burro azul com padrões de rosa (a flor), uma foca rosa (a cor), um lama cor-de-laranja…

E depois os ovinhos limitados e as colecções. O Brad começou as colecções com os ovos nacionais: o pet dos EUA é uma águia, do Canadá uma lontra, da Austrália um canguru, do Reino Unido um cavalo… Na holiday season 2008, passou-se. No Halloween, disponibilizou um total de doze pets assustadores, no Thanksgiving cinco pets, e no Natal… no Natal foi uma alegria! Pegou na canção infantil The Twelve Days of Christmas e tivemos um ovinho novo todos os dias a ilustrar cada prenda do “my true love”. Só falhou numa coisa: The Twelve Days of Christmas é o período entre o Natal e os Reis e ele deu as prendas nos doze dias *antes* do Natal.

A última colecção, para celebrar novos servidores e outras coisas, é a que está na imagem: o Sistema Solar, mais outros dois ovos (Galaxy e Starburst). Raríssimos, são para os power hunters.

O que leva ao outro lado da aplicação: os utilizadores. O que começou como apenas mais uma coisa gira, uma brincadeira, tornou-se numa LOUCURA. Há quem adicione amigos às centenas para ter centenas de relvados onde caçar, há quem passe dias inteiros a clicar, criaram-se grupos para partilhar links e estratégias, há quem crie scripts para automatizar a caça (o que é considerado “ilegal” e leva a grandes discussões até que o Brad acabe com a festa dos piratas e lhes ponha a pontuação a zeros).

Não que eu seja alheia à loucura. Ao fim de quase um ano, tenho a minha lista com cerca de cem relvados e, quando tenho pachorra, dou umas voltas pela lista e caço uns trezentos ovos por dia. Desde o princípio do ano, ainda só fiz uns três mil. Tendo em conta que o primeiro lugar na rede de Portugal tem mais de cem mil…

É uma loucura, de facto. Mas… olhem só para aqueles gráficos! Dá cá um gozo encontrar um bichinho novo!

Tenho mil coisas para dizer, o que significa que não tenho nem uma.

Já me cheirava que o Twitter tinha potencialidades para ser extremamente viciante, mas só caí quando instalei o TweetDeck. Meu Deus!

Tenho o meu site para refazer, mas só de pensar em html e css e jpgs e o raio, e experimentar self-hosted WP ou Drupal e enterrar-me em MySql no Linux, epá, continuo com estas coisinhas onde é só escrever e fazer Enter…

O Firefox continua a dar-me cabo da paciência com uns repentes de comilão de RAM. Ao fim de uns minutos volta ao sítio como se nada tivesse havido, nem vale a pena terminar o processo no gestor de tarefas…

Ter a janela aberta durante o dia, sem frio, e com um céu deslumbrante, que saudades!

Tive um fim-de-semana e laranjas (porque já não é altura de pêras, e logo eu que sou toda pêra-rocha), muito descanso, muita música daquela de sempre a provar que os anos passam mas há tanta coisa que continua na mesma – e não é inércia, é essência.

E esta moinha que não me larga, com uns picos inesperados que dão vontade de mandar tudo a uma certa parte. Médicos? Para quê? Já me disseram e redisseram e tredisseram que… it’s all in my head….

E por onde andará a minha cópia dos Maias, hã? Estou aqui estou a pegar em A Cidade E As Serras e aqui vai disto, que Eça é Eça!

Opá, não me lixem com o São Valentim importado, com as dores de alma e a lágrima invejosa ao canto do olho ao ver os casalinhos repenicados. Falta de homem e excesso de homens, mal baisée e bien baisée, o avançar na idade e na feminilidade ensina que o que interessa é, mais uma vez, algo que o Wilde muito bem escreveu:

To love oneself is the beginning of a lifelong romance

O resto, a partilha, o espelho no olhos do outro, é só a cereja em cima do bolo. É muito saborosa, mas o bolo também existe sem ela. E se o bolo não for firme, a cereja cai.

Ele: Epá, nem as meias do chão me apanhou!
Ela: Epá, até as meias deixou no chão para eu apanhar!

Agora todos: E depois queixam-se…

vão mas é de carrinho – jugular

O bem, por exemplo, de, se o plano for aprovado e for para a frente, se poder passear nas ruas da Baixa sem ser sufocado pela fumarada e estremecido pelo estrépito de um trânsito demente. O bem, por exemplo, de quem vive nas ruas da Prata ou do Ouro passar a poder abrir as janelas e não sentir a casa tremer nas horas de ponta. O bem de quem ali reside ou quer visitar uma determinada loja poder sair de um táxi à porta, em vez de ter de andar quilómetros (é proibido parar nas ditas ruas).

Pois, pois, e com estas contradições é que nos tiraram o gozo de andar pela Baixa, de escolher o branco ou o negro da calçada, de andar de nariz no ar a redescobrir os mimos das fachadas de séculos… Mas isto sou eu, que fui habituada desde menina a calcorrear tudo, sair no Rossio e ir até ao Terreiro do Paço a correr Rua do Ouro, Rua Augusta, saber aos cinco anos a diferença entre paralelas e perpendiculares, subir o Chiado, passear tudo, ruas e montras… era o meu Fonte Nova, o meu Colombo, o meu Amoreiras, tudo ao ar livre, com as empregadas à antiga, que já nos conheciam, já guardavam os sacos com os sapatos horrorosos comprados pela minha mãe e que eu convenientemente esquecia num canto…

E já crescida, trabalhei na Baixa, vou às compras à Baixa, chateio-me com a vida e vou recarregar baterias pela Baixa, a pé do Marquês ao Cais do Sodré, com uma bica na Brasileira pelo meio.

Baixa cirúrgica de táxi, só quando o cheiro a queimado do Chiado era ainda demasiado forte para a alma (e mais não falo do Chiado porque a alma ainda dói). Porque a Baixa de Lisboa merece que só se passeie, mesmo que a passo acelerado. Porque a Baixa de Lisboa é bela demais para visitas comerciais cirúrgicas de táxi à porta. Os outros que se lixem, o trabalho que se lixe, as reuniões que esperem, o marido e os amigos que entendam. Lisboa é Lisboa, carago!

Amor! Escolhe de tudo, menos as últimas!

2

Presentes.pt – Presentes à distância de um click!

(que raio de ideia, dizer à namorada que tem bigode como prenda de Dia dos Namorados…)

Tinha um prof na fac’ que tinha uma teoria qualquer sobre os prazos dos trabalhos e as datas limites dos yogurtes nas prateleiras do supermercado. Cada um com seu fuso.

Em demanda por jantar, encontro na cozinha da minha mãe uma embalagem de preparado para bolos. Vou a ver a data.

Primeiro pensamento: “já passou de prazo”
Segundo pensamento: “mas talvez não dê uma grande dor de barriga”
Terceiro pensamento: “porra, isto acabou nas vésperas do pai morrer”.

Alguém mais distanciado, mais advogado do diabo, mais filho da puta enfim, faria uma piada, que desde já esvazio, sobre os paralelismos dos fins de prazo do bolo e do homem.

Eu só consigo despejar palavras para tentar encontrar significados que não encontro.

Que horror! Ao procurar informações sobre a estreia em Portugal do primeiro filme de Jean-Paul Belmondo em oito anos, o filme que após os problemas gravíssimos de saúde dele já não se esperava que acontecesse, descubro que nem o CinemaPTGate nem o Cinecartaz do Público sabem quem é Bébel. Nem uma ocorrência de “Belmondo” nos dois sites.

VERGONHA!!!

É a modos que tramado pensar que não se pode chamar filho da puta a um gajo porque por acaso até se conhece a senhora e por acaso até se gosta dela.

Vou rodando a wheel do rato feed atrás de feed na esperança cansada de que o cérebro faça aquela coisa que a ciência diz possível e de alguma forma memorize. O mesmo com os mails. Falta-me o cheiro da tinta dos jornais, o resfolhar das páginas, a voz e as gravatas ou pinturas à pazada dastalking heads das notícias de antigamente. Não sei, não quero saber o que quer dizer OCDE e o que se passa com o Freeport, vou rindo com umas piadolas que nem sabem que o são em blogues de “referência” da esquerda e direita de algibeira que tentam florir neste jardim.

Jardim alagado, por estes dias. Como se só a chuva e o vento contassem de facto.

Ouço contarem à cachopa na sala a hstória do sapato do Brejnev na mesa. Pois, os sapatos na política já são antigos. E ela goza com o colega que no teste de História não sabia o que era a Batalha de São Mamede, mas em outras conversas não sabe o que foi o Muro de Berlim, não percebe o que quer isso dizer da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, mas diz que se diz que Egas Moniz era o pai do Afonso Henriques. Tem tempo. Li no outro dia um queixume de que já andam pelo mercado de trabalho jovens que nunca ouviram falar no Tolan. E uma amiga sul-africana que me diz que os jovens no seu país vivem como se o apartheid nunca tivesse existido – apagaram esse anos, como a minha geração e as seguintes apagámos o que levou ao “espírito de Abril”.

Quando vivi em França havia uma quarta-feira por mês em que as minhas grasses matinèes eram interrompidas pelo alerta de ataque aéreo. Minutos depois, novo alerta, podem sair dos abrigos. Para não esquecer a História, para não ser só uma estátua aqui e ali de um soldado desconhecido e as ruas com os nomes dos resistentes, dos combatentes. Avenue du Général de Gaulle, Boulevard Jean Jaurès, Praça dos Restauradores, Polidesportivo Salgueiro Maia.

Temos tempo para ler a História. Um dia teremos tempo. Mas vivê-la?

Que falta de paciência.

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"É proibida a entrada a quem não estiver espantado de existir."

José Gomes Ferreira

Serenity Prayer

God grant me
The serenity to accept
the things I cannot change;
Courage to change
the things I can;
And wisdom
to know the difference.

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