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Este filme vai continuar a dar que falar, este compositor também, e esta música… bem, só ouvindo :)

Hoje acordei com vontade de ouvir os Xutos e Pontapés. Não sei porquê, apareceu-me de repente a vontade no último sonho da noite.

Podia dar-me para pior. Mas é melhor não começar a fazer listas do pior, que isto o meu inconsciente é matreiro e ainda acordo amanhã a querer começar o novo ano com uma m*rda qualquer :p

To love a person is to learn the song that is in their heart.

Lovers can live on kisses and fresh water. (provérbio inglês)

Life is the blossom for the honey of love. (V. Hugo)

So heavy is the bond of marriage that it takes two, and often three, to bear it. (Dumas pai)

The night is silent, and in its silence dreams are hidden. (K. Gibran)

How you give is more important than what you give. (P. Corneille)

He who gives immediately gives twice.

Being deeply loved by someone gives you strength; loving someone deeply gives you courage. (Leo-Tzu)

Doubt thou the stars are fire… But never doubt my love. (W. Shakespeare)

The notes of love enhance our joy (J. Keats)

Women are meant to be loved, not to be understood. (O. Wilde)

***

E os chocolates também são bons ;)

Gérard Depardieu parle aux dindes avant de les tuer – Voici

L’acteur français est très psychologue avant de tuer les dindes dont il va savourer la chair. C’est sympa de sa part.

Gérard Depardieu a apparemment une manière bien à lui d’attendrir la viande qui finira dans son assiette. Il assure qu’avant de tordre le coup à la volaille, il lui parle et la caresse un bon moment. C’est sûr qu’après ça, le malheureux volatile n’imagine que la casserole est à portée de plume… Gérard depardieu a déclaré au magazine Decanter : “Avant de tuer quelque chose, je lui parle toujours. Un animal qui a été caressé avant d’être tué meurt paisblement (ça lui fait une belle crète ! ndll). De cette façon, ses muscles ne se contractent pas avec l’adrénaline”.

Une fois de plus, Gérard Depardieu nous prouve bien que pour les Français, les tables de la loi sont avant tout, les lois de la table ! Bon appétit !

Não, mas a sério. Adoro este homem.

Gostei do Mourão-Ferreira e do seu

Depois fui não sei quem que se perdeu na terra.
E quanto mais na terra a terra me envolvia
E quanto mais na terra fazia o norte de quem erra.

E aparte a tentação do dramatismo, este Natal conseguiu não ser tão mau como poderia ter sido. Houve bacalhau e peru, bolo-rei e chocolates, prendinhas para a infância irreverente, filmes e telenovelas, gargalhadas e muitos bocejos que isto a casa já começa a estar cheia de gente que chega às dez da noite e quer é ir dormir.

Continuamos com as mortes, um funeral uma semana antes do Natal, outro no próprio dia de Natal, e as fotos das saudades a mostrarem que quem já se foi continua cá – porque nós queremos.

Com a azáfama das preparações, as minhas lombares reclamaram e ontem foi dia de cama.

Com tudo isto, continuo a conseguir manter o meu norte. Acho. Pelo menos sei onde está o sul, por isso o norte fica no lado oposto. Acho.

O Natal

É o braço do abeto a bater na vidraça?
E o ponteiro pequeno a caminho da meta!
Cala-te, vento velho! É o Natal que passa,
A trazer-me da água a infância ressurrecta.
Da casa onde nasci via-se perto o rio.
Tão novos os meus Pais, tão novos no passado!
E o Menino nascia a bordo de um navio
Que ficava, no cais, à noite iluminado…
Ó noite de Natal, que travo a maresia!
Depois fui não sei quem que se perdeu na terra.
E quanto mais na terra a terra me envolvia
E quanto mais na terra fazia o norte de quem erra.
Vem tu, Poesia, vem, agora conduzir-me
À beira desse cais onde Jesus nascia…
Serei dos que afinal, errando em terra firme,
Precisam de Jesus, de Mar, ou de Poesia?

(David Mourão-Ferreira)

E de repente começo a ouvir

- Então, digo-te já Bom Natal…

… e a minha mãe preocupada com as águas do bacalhau da Consoada…

… e tenho de tirar o telemóvel para ver o dia e perceber que amanhã já é Véspera de Natal…

… e o Menino Jesus aparece-me assim de repente no meio dos meus dias e eu só queria um cantinho sossegado para lhe cantar os parabéns…

The greatest man I never knew
Lived just down the hall
And everyday we said hello
But never touched at all
He was in his paper
I was in my room
How was I to know he thought I hung the moon

The greatest man I never knew
Came home late every night
He never had too much to say
Too much was on his mind
I never really knew him
And now it seems so sad
Everything he gave to us took all he had

Then the days turned into years
And the memories to black and white
He grew cold like an old winter wind
Blowing across my life

The greatest words I never heard
I guess I’ll never hear
The man I thought could never die
S’been dead almost a year
I hear he was good at business
But there was business left to do
He never said he loved me
Guess he thought I knew

(Richard Leigh/Layng Martine, Jr.; Reba McEntire)

Ler a tua mente.

jm

Et n’voilà à nouveau, t’as pas trouvé ton bonheur et c’est à moi que tu fais chier. Merde alors. Je t’ai écouté et écouté et écouté et à la fin ça est, c’est bon – j’ai la haine dans mes oreilles, le boucan de la porte que s’éclate en fermant. Le plein des conneries, des excuses, tout ça reste derrière moi.

En avant maintenant, pour la lumière.

Com vontade de bater literalmente com a cabeça nas paredes por causa da porcaria do Firefox e do novo Google Reader e desta **** toda que não sei por que carga de água agora deu em levar dez a quinze minutos a fazer o que dantes fazia em dois segundos e já não sei se isto é add-ons ou scripts ou ram ou fragmentação de ficheiros ou memória virtual, só sei que não atiro a **** do portátil pela janela fora porque preciso dele, partia o vidro porque está muito frio para abrir a janela primeiro e depois está muito frio para ter o vidro partido.

Mas e porque **** é que eu nem sei dizer asneiras??? Dava imenso jeito agora.

Tempo de festas. Aniversários, de vida, de morte. E a presença pungente da morte nas celebrações de vida. Será para sempre assim.

Para outros será o momento de reflectir nos ciclos de seja o que for – há já muito que o meu momento de paragem, o meu olhar para o caminho percorrido desde aquele cruzamento de duas estradas num bosque outonal, se faz quando os dias são mais compridos…

Para mim… para mim hoje é regressar a casa, tirar as pinturas, acender um cigarro e calar os Parabéns e os Pêsames e os Pinheirinhos com Manu Chao.

C’est la vie, c’est la vie
C’est la vie d’aujourd’hui

Uma das minhas canções preferidas, de uma das minhas cantoras preferidas. E é a primeira canção country sobre a SIDA, lançada em 1994, no álbum Read My Mind (com outros dois hits fantásticos, And Still e The Heart is a Lonely Hunter).

She thinks his name was John

She can account for all of the men in her past
Where they are now, who they married, how many kids they have
She knew their backgrounds, family and friends
A few she even talks to now and then

But there is one she can’t put her fingers on
There is one who never leaves her thoughts
And she thinks his name was John

A chance meeting, a party a few years back
Broad shoulders and blue eyes, his hair was so black
He was a friend of friend you could say
She let his smile just sweep her away
And in her heart she knew that it was wrong
But too much wine and she left his bed at dawn
And she thinks his name was John

Now each day is one day that’s left in her life
She won’t know love, have a marriage or sing lullabies
She lays all alone and cries herself to sleep
‘Cause she let a stranger kill her hopes and her dreams

And all her friends say what a pity what a loss
And in the end when she was barely hangin’ on
All she could say is she thinks his name was John
She thinks his name was John

Reba McEntire
Sandy Knox/ Steve Rosen

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"É proibida a entrada a quem não estiver espantado de existir."

José Gomes Ferreira

Serenity Prayer

God grant me
The serenity to accept
the things I cannot change;
Courage to change
the things I can;
And wisdom
to know the difference.

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