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E com isto tudo, já estamos no final de Setembro. Ah pois é.
*sigh*
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I suppose that I ought to make this clear; I’m not going to be writing anything, on CT or any of my other blogs, about the current global financial markets meltdown. This is basically because of my professional commitments; as you know, I’m a stockbroker by trade, and what with one thing and another, I’m in a more responsible position than I was when I started blogging. Going through my reasons in a numbered list:
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Frank Carlucci, embaixador dos Estados Unidos em Portugal durante a revolução, admitiu que todas as actividades da CIA no país no Verão Quente de 1975 foram coordenadas directamente por ele.
A revelação é feita no livro "Carlucci vs. Kissinger – Os EUA e a Revolução Portuguesa", de Bernardino Gomes e Tiago Moreira de Sá (Ed. D. Quixote) que, com recurso a documentos desclassificados dos arquivos norte-americanos, reconstitui em cerca de 500 páginas a forma como os Estados Unidos acompanharam a situação em Portugal de 1974 a 1976.
"Tudo o que a CIA fez foi sob o meu comando. Qualquer acção que possa ter desenvolvido destinava-se a executar a política dos EUA, que era apoiar as forças democráticas em Portugal. A CIA era parte da equipa [da embaixada] e eles faziam o que lhes mandava", afirma o ex-diplomata na obra.
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When asked about meeting with Zapatero and the country's relationship with the U.S., McCain ignored the question and went into some boilerplate about America's friends and enemies and analyzing relations (think Palin and the Bush Doctrine).
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In 1905, New Zealand’s All Blacks rugby team (above) performed the dance as a warm-up while on tour in England. The team, which included both Maori and white players, represented all of New Zealand, and so did the haka. Some members of the British audience were baffled and outraged by the chant, but most appreciated the power of the ritual and the way it excited players and fans alike. Since then, the haka has become not only the All Blacks’ trademark, but also a symbol of New Zealand unity. The dance is performed at government functions and cultural events, and it’s even returned to the battlefield, albeit in a different form. The New Zealand military has scripted its own haka, which begins and ends with performances by female soldiers, as a nod to their role in protecting the country. The dance that used to stir men to war has become a symbol for equality and peace. Once a show of Maori defiance, today, the haka stands for New Zealand’s solidarity.
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Le photographe Eric Sellato est allé à la rencontre des pasteurs nomades du Sahel : les Peuls Wodaabe et de leurs enfants. Apprentissages, rites initiatiques et vie quotidienne, il livre quelques unes des photographies extraites de son livre "Enfants Nomades" (Ed. Kodda)
Isto uma pessoa às vezes tem a distinta sensação de estar a redescobrir a pólvora, mas que se lixe, porque sabe bem. Nos últimos dias tem sido o regresso a uma antologia de Johnny Clegg.
We are on the road to Phelamanga
Beneath a copper sky…
I’m searching for the spirit of the Great Heart
That beats my name inside…
I’m sittin’ on the top of Kilimanjaro
I can see a new tomorrow…
Asimbonanga
Asimbonang’ uMandela thina
(We have not seen him/ We have not seen Mandela)
Today’s Quote
We are not human beings having a spiritual experience. We are spiritual beings having a human experience.
-Pierre Teilhard de Chardin
Uma das minhas frases preferidas.
ADIAFA é uma palavra que alguns etimologistas julgam ter origem árabe (diafa ou addyãfa), e é usada nalgumas regiões do país para caracterizar uma manifestação etnográfica constituída por um desfile de trajes, utensílios e costumes do passado, onde se privilegia a música popular portuguesa, como o folclore, música tradicional e coral, tocadores de acordeão, uma sessão de fados, teatro-revista e muitos bailes.
Até há bem pouco tempo, era a festa popular do fim das colheitas, uma época em que trabalhadores e patrões confraternizavam, após uma boa campanha;…
Jornal D’Alenquer
Também há um grupo musical, um restaurante, etc. Mas amanhã vai ser A Festa:)
Às vezes penso que a minha vida se calhar já dava um livro. Penso, como muita gente, e alguns que põem mãos à obra se calhar mais valia estarem quietos. Mas como nem consigo manter um blog a sério, o melhor é continuar sentadinha em cima das mãos…
J’emmène au creux de mon ombre
Des poussières de toi
A Pipoca Mais Doce: Setembro 2008
E como a única opção era enfiar-lhe um par de estalos (os adolescentes suscitam o que de pior há em mim, e nem é preciso estarem a fazer nada, podem estar só parados (…)
Epá, mas é que é isto! É mesmo isto! A posta toda, não só o excerto!








